Soma das duas campanhas de captação pelo site no período.
Tráfego que chegou à página de destino no período (Google Analytics — todas as origens).
Distribuição dos 200 cliques por estado. Mais da metade vem do Rio de Janeiro.
| Estado | Cliques | % | Alcance | Investido |
|---|---|---|---|---|
| Rio de Janeiro | 103 | 51.5% | 5.716 | R$ 182,57 |
| Santa Catarina | 48 | 24.0% | 2.159 | R$ 50,48 |
| São Paulo | 23 | 11.5% | 1.126 | R$ 29,94 |
| Tocantins | 8 | 4.0% | 360 | R$ 8,43 |
| Bahia | 7 | 3.5% | 483 | R$ 8,07 |
| Minas Gerais | 6 | 3.0% | 537 | R$ 12,15 |
| Rio Grande do Sul | 3 | 1.5% | 56 | R$ 0,76 |
| Goiás | 2 | 1.0% | 141 | R$ 2,77 |
| Total | 200 | 100% | 10.517 | R$ 295,17 |
A campanha de formulário (05/06) entrega clique mais barato e CTR maior, mesmo mais nova.
Anúncios campeões por volume de cliques e eficiência de custo.
O site está recebendo o tráfego — foram 685 usuários ativos e 715 visualizações da página no período. O que ainda não aparece é o registro de cadastros (leads) na plataforma de anúncios.
Ou seja, o gargalo não é atrair gente para o site, e sim medir e capturar o cadastro. Antes de otimizar verba, precisamos fechar esse caminho — é o número que mostra o retorno real dessas campanhas.
A base está saudável: criativos com bom CTR, clique barato e demanda concentrada em praças de alto poder aquisitivo (RJ, SC e SP somam 87% do interesse). O foco agora é transformar esse tráfego qualificado em cadastros medidos e direcionar verba para o que já se mostrou mais eficiente.